Por que um Pacto?

O Pantanal é a maior área úmida do Planeta. Ocupa parte dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e estende-se pela Bolívia e Paraguai e concentra uma rica biodiversidade. Já  foram registradas no Pantanal  pelo menos 4.700 espécies, incluindo animais e plantas. Embora abundante em água - o Pantanal é conhecido como "reino das águas" por ser um imenso reservatório de água doce - essa riqueza está ameaçada. 

O estudo "Ánalise de Risco Ecológico da bacia do Rio Paraguai”, lançado em 2012 pelo WWF-Brasil e parceiros, revelou que a área das cabeceiras do Pantanal - local onde nascem as águas responsáveis pelas cheias da planície pantaneira - está em alto risco ecológicoapresentando o maior nível de ameaça. 

O Pantanal depende da manutenção do ciclo hidrológico, que permite o  subir e baixar das águas e a inter-relação entre as espécies. Qualquer mudança nesse ciclo pode comprometer os ecossistemas e modificar toda essa paisagem. 

Desde 2012, o WWF-Brasil investe todos os seus esforços na conservação das Cabeceiras, área onde nascem as águas que desaguam na planície e possibilitam a inundação de quase 80% da parte baixa, mantendo os processos ecológicos, a biodiversidade e a paisagem cênica pantaneira. A organização se juntou com parceiros locais, como o Consórcio Nascentes do Pantanal, prefeituras e associações e o governo do estado de Mato Grosso, para construir um projeto democrático, aberto e transparente que cuidasse das águas dessa região.

A conservação dessa área é fundamental não só para manter a biodiversidade e a integridade do Pantanal, mas também para o desenvolvimento sustentável da região e o abastecimento de cidades e áreas rurais - onde vivem mais de 3 milhões de pessoas -mas também para diversos setores que dependem do uso da água para suas atividades.

Por isso, o Pacto foi pensado para garantir, além da integridade ecológica do Pantanal, água limpa e abundante para todos os usos. 

Desde o começo, a iniciativa foi pensada em forma de Pacto, ou seja, uma coalizão voluntária de diversos setores, porque juntos, o setor público (por meio do governo federal, estadual, prefeituras e câmaras de vereadores), o setor privado (empresários, principalmente representantes do agronegócio e do setor elétrico) e a sociedade civil (organizações não governamentais, sindicatos e associações) seriam mais capazes de concretizar ações positivas para o meio ambiente.

 

 

 

 


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